sábado, 1 de junho de 2019

Seis vezes campeão do maior campeonato entre clubes


O Liverpool é hexa da UEFA Champions League, se perpetuando como um dos gigantes da Europa. Numa final inédita para o londrino Tottenham, o que perpetua também a força do futebol inglês (pelo menos nos clubes) no que foi uma das  Champions mais emocionantes da história, os dois finalistas fizeram semi finais incríveis: Os Reds buscaram a classificação em Anfield depois de perder em Barcelona por 3-0 e os Spurs perderem em casa para o Ajax e buscou 3-2 em Amsterdan, com um hatrick de Lucas Moura que, estranhamente, não saiu jogando hoje.

Também por toda esta carga de emoção, muitos consideraram o jogo fraco ou até a pior final da Champions, mas vale lembrar que finais muitas vezes são assim, jogos mais táticos mesmo quando não se tem um pênalti com menos de um minuto do primeiro tempo. Pênalti este discutível e por isto, contestado. Sissoko abriu demais o braço dentro da área e por mais que a bola tenha batido em seu corpo primeiro, em seguida bate no braço desviando-a mais uma vez. É sempre válida a estratégia de deixar os braços junto ao corpo em sua própria área. A partir daí, não somente o Liverpool teve poucas oportunidades, como também o Tottenham sentiu o gol logo de saída e apesar de ter mais posse de bola, chegou a 65% no primeiro tempo, não chegava ao ataque, muitos foram os passes trocados dentro de sua área (pequena inclusive), com o goleiro Lloris participando. A torcida também sentiu o gol e participou efetivamente do jogo na segunda etapa quando estava atrás do gol adversário. Mesmo com menos tempo com a bola, o Liverpool tinha um certo controle do jogo, marcando com pressão a última linha dos Spurs.

No segundo tempo, ainda sem o brasileiro Lucas - ok que tem o pensamento de usar um jogador rápido no fim do jogo, mas foi um grande erro de Pochettino - o Tottenham conseguiu imprimir ritmo e passou a assustar. Klopp colocou Milner e logo em seguida, Pochettino finalmente colocou Lucas em uma substituição ousada, tirando o volante Winks, além de mais pro fim tirar Alli para colocar o centroavante Llorente. As mudanças surtiram efeito, o que obrigou Alisson  a fazer ótimas defeas, principalmente em chute muito perigoso de Eriksen que o brasileiro tirou para escanteio.

van Dijk confirmou a excelente temporada com muita solidez, tirou uma bola em que Son poderia sair de cara com Alisson, completando 64 jogos sem ser driblado. Isto jogando na Premier League e Champions.

Depois das tentativas e pressão do Tottenham, aos 42, Origi que havia entrado no início do segundo tempo no lugar de Firmino, depois de disputa no alto, pegou a sobra e fez 2-0 no canto.

Falar de Liverpool é: que atmosfera a torcida cria, que time especial foi formado pelo alemão Jurgen Klopp, e que terinador ele é!

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