domingo, 27 de julho de 2025

Se fosse critério

 A expulsão por cera de Léo Jardim, que foi determinante no placar final,  tem 50% de chance de ter sido justa e 50 % de ter sido errada. Com todo o costume que se tem de ver goleiros caírem para segurar pressão adversária (que neste jogo não era grande) no futebol brasileiro (uma vergonha), tem o ponto de somente médicos podem avaliar e que uma solução é dar acréscimos. 

Considero que isso pode ser feito desde que seja um critério no campeonato. Não pode, como em outros aspectos do esporte, cada um ter um rigor. 

A coincidência que no Vasco x Internacional do campeonato de 2020, houve uma polêmica que ainda não vi se repetir com VAR: o árbitro de campo era o mesmo e a verificação de impedimento simplesmente não funcionou no primeiro gol do Inter na partida. Neste caso, não teve nenhuma responsabilidade, porque o que fez foi aguardar se o equipamento funcionaria, até que o jogo seguiu com o gol irregular, validado. O Vasco, derrotado por 0-2, terminou rebaixado e não conseguiu repetir o jogo na justiça.