quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Quem tem a obrigação de ser campeão, não merece ser

 

Duas rodadas depois do que escrevi aqui quando acabou o 1º turno, dois dos que estavam postulantes ao título tiveram a saída de técnicos. O que muda bastante o cenário porque pela mudança que causa no jogo. Não posso discordar da demissão de Domenec no Flamengo, mas trazer Rogério Ceni foi uma forçada de barra que se confirmou pelas oscilações e em, assim como o espanhol, não conseguir fazer o melhor time do campeonato jogar. 

Já no caso do Internacional, a coisa foi pior, o trabalho de Coudet vinha sendo bem feito e ele saiu para ir para o Celta de Vigo. E para seu lugar, Abel Braga foi contratado. Péssima troca. Mas depois de, como esperado por mim, um começo ruim com acentuada queda do time e principalmente do  Thiago Galhardo que vinha jogando muito, o time voltou a ser efetivo, engatou sequência de vitórias e voltou a liderar. 

E isso somente aconteceu por conta de um outro time que apesar de não ter trocado de treinador caiu muito: o São Paulo que da maneira que jogava, apesar de suas limitações, a época que virou líder e se manteve, me levou a crer que seria o campeão. Parece que algo que não se tornou público aconteceu, tamanha a queda do time.

Faltando uma rodada, o Flamengo, com uma arrancada no fim, passou o Inter na penúltima rodada ao vencer o próprio time gaúcho em jogo polêmico. Se o título vier, será pela obrigação que tem de ser campeão, pela superioridade técnica para o restante dos times. Rogério Ceni está para a escola de Luxemburgo atualmente, muito mais um motivador dos jogadores, do que um técnico que passa instruções e estratégias.

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